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sábado, 9 de julho de 2016

Porque dançar no frio?

Com a queda da temperatura, algumas alterações no organismo e de comportamento são observadas, como gripes, resfriados e a tão gostosa preguiça que afasta as pessoas das academias. Mas o que muitas pessoas não sabem é que a interrupção de uma atividade física, principalmente no inverno, fragiliza o organismo, pois a prática regular de exercícios aumenta a resistência orgânica do indivíduo. É necessário mudar esse pensamento de que atividade física só se pratica no verão.
As pessoas que praticam atividades físicas nessa época de inverno podem ter vantagens únicas, como a melhora do apetite e do sono, além de ser saudável e apresentar menos riscos à saúde, porque os exercícios e as atividades físicas tornam o coração menos vulnerável a doenças.

O friozinho do inverno é um convite para ficar mais tempo na cama e, mais ainda, bem longe da academia. Mas poucos sabem que esta época é a melhor do ano para praticar atividades físicas. Fazer exercício no frio pode aumentar em até 30% a queima de calorias. É o que garante o pesquisador Luis Carlos Oliveira, do Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul (Celafiscs), órgão ligado à Secretaria estadual de Saúde de São Paulo. Segundo o especialista, o clima mais ameno leva o corpo a precisar queimar mais calorias para manter-se aquecido.
Além de ser saudável e apresentar menos riscos à saúde, as atividades tornam o coração menos vulnerável a doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por cerca de 300 mil de óbitos no país — defende Oliveira.
Outra consequência é o aumento do apetite. Quanto maior a sensação de frio, maior a fome. Isso ocorre porque, para manter a temperatura básica do organismo, o metabolismo precisará acelerar o seu funcionamento, o que pode ser até cinco vezes o normal.
Ainda de acordo com o pesquisador, no inverno, as pessoas ingerem um número maior de alimentos com grande quantidade de gordura, como chocolate quente, feijoada, sopa; por isso, segundo ele, é importante praticar os exercícios, lembrando sempre da importância do alongamento antes das atividades, que podem evitar lesões musculares mais graves.
Mas não podemos generalizar, pois os resultados dependem da quantidade e da intensidade do exercício, e principalmente de uma alimentação adequada — completa Oliveira.
Cuidados necessários:
· Mesmo com o clima frio, o ideal é usar roupas leves, como calça e casaco de moletom. Abafar o corpo com muita roupa faz eliminar sais minerais em excesso, o que não é saudável;
· O corpo em repouso leva mais tempo para atingir a temperatura ideal para a atividade física, por isso é importante aquecer e alongar;
· Hidratação antes, durante e depois do exercício é essencial, pois, assim como no verão, o corpo perde líquido através da transpiração.
· Blusas impermeáveis são proibidas, inclusive cobrir o corpo com filme plástico com a intenção de queimar mais gordura. Você pode desidratar com essa atitude;

Dicas para não deixar de praticar exercícios mesmo com o frio:
· Se você pratica atividades físicas ao ar livre, uma boa opção é trocar esse espaço pelas academias e clubes que possuem climatização - é, projeto "aulão na praia" não rola;
· Faça um grupo de amigos com o mesmo objetivo ou chame aquela amiga que sempre a convida e você inventa desculpas;

Recapitulando os benefícios de exercitar-se no inverno
Preparo para o verão: para chegar ao verão em forma é importante iniciar a prática de exercícios desde já. Assim há tempo suficiente para um bom resultado estético e aperfeiçoamento físico, sem prejudicar o organismo ou causar ansiedade.
Gasto calórico maior: Ao fazer exercícios físicos em temperaturas mais baixas a quantidade de calorias gastas é maior. De acordo com um estudo realizado pelo Celafiscs (Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul), praticar exercícios físicos durante o inverno aumenta em até 30% a queima de calorias. Além disso, com o clima mais frio, o corpo queima mais calorias para manter-se aquecido e aumentar a sensação de calor. Desta maneira, as mudanças fisiológicas e metabólicas geradas pelo frio podem potencializar os exercícios e aumentar os efeitos das atividades no organismo.
Ameniza os efeitos dos abusos na alimentação: A prática de exercícios regulares durante o inverno diminui os efeitos dos abusos alimentares, como a maior ingestão de chocolates, bebidas quentes, alimentos mais gordurosos, como a tradicional feijoada ou fondue de queijos. Praticar atividade física com frequência ajuda a evitar alimentos mais pesados e reduzir a necessidade deles.
Melhora o humor: O Brasil é um país de temperaturas mais quentes e amenas, portanto o brasileiro não está acostumado à temperaturas muito baixas, e quando as temperaturas caem no termômetro logo vem uma sensação de desanimo. A atividade física é essencial nessa época para aumentar nossos níveis de serotonina e endorfina, com isso trazer a sensação de bem estar e ânimo que temos nos dias mais quentes. Muitos casos de depressão melhoram muito com a prática regular de exercícios.
Evita dores nas articulações: Com a prática de exercícios, diversos músculos são fortalecidos e alongados, melhorando o quadro e a capacidade articular e muscular de todo o corpo. Além disso, ao praticar exercícios regularmente é possível prevenir ou diminuir dores articulares e musculares que muitas vezes se intensificam com a queda da temperatura.
Melhora a disposição: Com os exercícios físicos regulares é possível melhorar a disposição para o dia a dia e consequentemente levantar da cama fica até mais fácil no inverno!
Bem estar durante o exercício: O equilíbrio térmico é bem mais favorável durante o inverno com a prática dos exercícios. Além de aquecer o corpo em dias muito frios, a sensação de calor e consequente transpiração também é menor.
Diminui o risco de doenças relacionadas ao sedentarismo: Manter-se ativo, ou dar início a um programa de exercícios físicos no inverno diminui e evita muitas doenças ligadas ao sedentarismo, como doenças cardíacas, diabetes, doenças articulares e ósseas, depressão, doenças vasculares e a obesidade. Além de ser saudável e apresentar menos riscos à saúde, as atividades tornam o coração menos vulnerável a doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por cerca de 300 mil óbitos no país.

O frio não pode ser uma desculpa para não praticar atividades físicas e sim um estímulo a mais, pois com a temperatura mais fresca não nos sentimos tão castigadas. Mexa-se!

Fonte:
http://oglobo.globo.com/sociedade/saude/exercicio-fisico-no-inverno-queima-ate-30-mais-calorias-5451071
http://www.maisequilibrio.com.br/fitness/atividade-fisica-no-inverno-3-1-2-171.html
http://www.dietaesaude.com.br/temas/fitness/16471-exercicio-fisico-no-inverno-emagrece

sábado, 2 de maio de 2015

Dança do Ventre & Gravidez

No mês das mães vou dedicar à maternidade na dança do ventre, e como a maternidade começa na descoberta da gravidez... lá vamos nós.
Dizem que a dança do ventre aumenta a fertilidade.  É difícil dizer se há uma relação direta entre uma coisa e outra.  Suponha que você estivesse  ansiosa para engravidar, e não conseguia, começa a fazer aulas, e depois de um mês está grávida, pode até ficar uma dúvida no ar.  O relaxamento e a diminuição da ansiedade é que fazem a diferença e não a simples prática da dança.

A importância da atividade
A gestação corresponde do desenvolvimento do embrião, desde a fecundação até o parto, e promove inúmeras modificações no organismo feminino, como alterações de humor, aumento da freqüência cardíaca e do consumo de oxigênio, aumento do útero, do peso corporal e da secreção hormonal, além de modificações posturais, sonolência e enjoos.
A prática de atividade física nesse período é aconselhável por ser muito benéfica - com orientação e acompanhamentos apropriados - pois facilita a adequação às alterações, exceto em casos em que a gestação seja de risco. Normalmente as atividades físicas podem ser praticadas até o parto, contanto que a gestante se sinta confortável, com a intensidade diminuída gradualmente. Durante o parto normal alguns músculos são relaxados e outros contraídos, principalmente os abdominais, e esses movimentos devem ser coordenados para que o parto ocorra e o bebê nasça sem problemas. Exercícios que trabalham os músculos abdominais e pélvicos reduzem o tempo e a dor do parto.
As atividades físicas para gestantes diminuem o ganho de peso, risco de DIABETES e partos prematuros, complicações obstétricas, dores e flacidez, melhoram a resistência muscular e cardiorrespiratória, aumentando a capacidade física para o parto e a fortalecendo para que a recuperação seja mais rápida, além de menor hospitalização, diminuição na incidência de cesárea e maior facilidade em recuperar o peso depois do parto.

A dança do ventre para gestantes
Dentre as atividades físicas mais indicadas a gestantes está a dança do ventre, já que é de baixo impacto e pode ser executada de forma suave e sem tensões, e que além de ajudar na preparação do corpo tanto para a concepção como para o parto também trabalha a postura e fortalece e tonifica os músculos das panturrilhas, coxas, quadris, glúteos, assoalho pélvico, abdômen e braços. O fortalecimento da musculatura abdominal melhora a postura e também ajuda no controle na respiração, o que contribui bastante no momento do parto. A dança também ajuda na circulação sanguínea, responsável pelo fornecimento de nutrientes ao feto.
A prática da dança do ventre também proporciona melhor condicionamento físico e alongamento, maior coordenação motora, solta as articulações, alivia tensões e ajuda a prevenir a prisão de ventre, comum durante a gravidez. Dentre os benefícios psicológicos pode-se ressaltar maior sensação de bem estar, já que a atividade diminui a sensação de isolamento social, o risco de depressão, a ansiedade e stress, aumento da auto-estima, da feminilidade, da confiança, e do desejo sexual, que costumam ser abalados com as mudanças desse período. “Num momento em que nossas formas se modificam dia-a-dia, às vezes temos a sensação de inadequação com esse novo corpo. A dança oferece a possibilidade de conviver pacificamente com essas modificações, sentindo cada fase como especial e momentânea. O movimentar desse corpo que agora abriga um outro corpo, dá leveza e confiança. A gravidez não é e nem nunca deve ser um empecilho a liberdade corporal da mulher. É importante obter prazer enquanto grávida, pois dessa forma esse período será vivido de forma plena e desprovido de desconforto, respeitando seus limites e observando sempre seu bem estar em primeiro lugar.”

Por que a dança do ventre?
Apesar de muitas pessoas ligarem a dança apenas à sensualidade, essa arte milenar pode ajudar a mulher a diminuir os desconfortos da gestação, como inchaço e dores lombares, e até preparar o corpo para o parto.
“Os movimentos lunares, que são ondulatórios, massageiam a pélvis, a lombar. Isso dá abertura necessária para o parto e diminui as dores e as varizes”, explica a bailarina, coreógrafa e professora de dança do ventre Bianca Campagnoli, que montou uma turma só com gestantes.
Ela explica que os movimentos de maior impacto da dança são contraindicados, e o ideal é que a gestante faça algo mais leve. “Não pode ser uma aula muito intensa porque a gestante fica mais cansada, não dá para fazer algo tão aeróbico. Os movimentos solares da dança, de impacto, são proibidos“, afirma.
O maior cuidado é garantir que seja uma gestação saudável e, para isso, é importante ter a liberação do médico, lembra a dançarina e coreógrafa de dança do ventre Aleh Fassarella. 
“A dança do ventre não tem qualquer restrição, mas é preciso alguns cuidados extras com a grávida. Assim como qualquer outra atividade física, só não indicamos a dança nos três primeiros meses de gestação. E a grávida deve avisar se sentir qualquer desconforto ou tiver qualquer problema de saúde”, diz Aleh. 
As professoras explicam que a dança também trabalha a autoestima da mulher e sua relação com o bebê, que também é massageado no útero durante a dança. “O bebê também sente a batida da música e fica mais calmo com o movimento”, conta.

Benefícios
A gastrônoma Àquila dos Santos Jacobosque Bruno, 28 anos, e a artesã Eliane Andrade de Oliveira, 38, estão grávidas de 8 meses e dançam duas vezes por semana. Mesmo tendo começado as aulas há poucas semanas, elas já sentem os benefícios.
“Eu não estava fazendo exercício nenhum e, aos oito meses, a gente fica meio travada. Agora estou me sentindo muito bem, mais disposta”, conta Eliane.
Foi o próprio obstetra de Áquila quem indicou a dança do ventre como uma forma de preparação para o parto normal. 
“Minha gravidez é um pouco de risco e não posso fazer muito exercício. Mas a dança é suave, tranquila. O inchaço já diminuiu, o alongamento é muito bom, e os movimentos relaxam o músculo. Parece que o bebê se encaixa melhor, que tem mais espaço na barriga para se mexer”, conta.

Dúvidas
Existe uma aula especial? 
No caso de fazer aulas de dança do ventre, seria conveniente se houvesse uma turma só de gestantes. Numa aula normal, dificilmente uma mulher grávida conseguiria acompanhar todos os movimentos, principalmente aqueles que envolvem percussão (o que eventualmente poderia ocasionar um descolamento de placenta).  É bom deixar claro que aulas para gestantes devem ser extremamente "light".  Nada de movimentos bruscos, força, giros...
Como saber se não corro riscos?
Os limites, durante a gravidez para a atividade física, são dados pelo seu condicionamento e pelo conforto durante a prática de exercícios.  Se antes você levava uma vida completamente sedentária, é necessário conversar com o médico, antes de iniciar qualquer atividade física, pois isso seria novo para o seu corpo e portanto, merecedor de atenção.
Posso dançar solos de percussão?
É melhor evitar os solos de percussão, principalmente nos primeiros meses de gestação que exigem maior cuidado e delicadeza pois seu corpo está formando uma estrutura segura para o bebê.  Os solos de percussão foram feitos para o ápice da apresentação, e geralmente são fortes e exigem um bom condicionamento físico.  Existem diversas outras partes da dança que podem ser praticadas pela mulher grávida, sem nenhum prejuízo à gestação.
Até quantos meses posso dançar?
Enquanto se sentir confortável para isso.  Seu corpo é o termômetro da situação.
Quais os riscos que corro?
Em princípio, a dança não oferece qualquer tipo de risco, pois é uma atividade de baixo impacto e que pode ser executada de forma suave e sem tensões.  Os riscos existem principalmente se a mulher já tiver algum problema anterior que inviabilize a atividade física durante o período gestacional. Exemplos: abortos consecutivos anteriores, frouxidão do colo uterino, ou qualquer outra anomalia que possa alterar o curso de uma gravidez normal.
Estando grávida e dançando, isso poderá mexer com meu apetite sexual?
Nos três primeiros meses, quando a barriga ainda não existe, mas você já perdeu a cintura, está um pouquinho quadrada, e, infelizmente, as vezes também enjoada, nada apetece muito.  A partir do quarto mês, com o ventre que já anuncia seu conteúdo, existe uma tendência na mulher de se sentir mais bonita e ficar perto do marido, até mesmo mais do que antes, o que prossegue até o final da gravidez.  Com o crescimento da barriga, novas posições acabam sendo adotadas para que ambos se sintam bem, além do nenê é claro, que tem um jeito muito especial de reclamar, quando você assume uma posição desconfortável para ele, chutando e se mexendo até que você encontre uma solução que ele aprove.  
Será que a dança mantém o desejo sexual?
Se o seu problema com relação ao desejo sexual está relacionado ao contato com o seu próprio corpo, a dança acaba ajudando muito, na medida em que lhe coloca de frente com ele e oferece a possibilidade de expressar-se e sentir através da música, usando todos os seus sentidos e sensibilizando suas reações de maneira muito forte.  Dançar para o outro pode ser uma experiência deliciosa e oferecer prazer aos dois.  A dança pode, se você quiser, manter e até mesmo estimular o desejo sexual.
Quais os movimentos que são mais perigosos para mulher grávida?
Pensando em evitar qualquer risco, poderíamos excluir da prática os solos de percussão e as batidas fortes de quadril. Preferencialmente usando a suavidade dos movimentos ondulatórios e a delicadeza do trabalho de mãos e braços.
Não acredito que vou ter que parar a dança agora...
Se acontecer uma parada durante a gestação não se preocupe, é apenas uma fase passageira como tantas outras em nossa vida, tão logo o bebê nasça você pode retomar de onde deixou e continuar seu aprendizado.
Como farei para dançar depois que tiver meu filho?
Logo após duas semanas do parto já é possível retomar as atividades sem problemas, claro que com a devida autorização médica. Naturalmente seus movimentos levarão algum tempo para "desenferrujar" mas isso é o de menos. O prazer de dançar novamente alivia qualquer tensão temporária.
A dança ajuda na gravidez?
Num momento em que nossas formas se modificam dia-a-dia, as vezes temos a sensação de inadequação com esse novo corpo.  A dança oferece a possibilidade de conviver pacificamente com essas modificações, sentindo cada fase como especial e momentânea. O movimentar desse corpo que agora abriga um outro corpo, dá leveza e confiança. A gravidez não é e nem nunca deve ser um empecilho a liberdade corporal da mulher. É importante obter prazer enquanto grávida, pois dessa forma esse período será vivido de forma plena e desprovido de desconforto, respeitando seus limites e observando sempre seu bem estar em primeiro lugar.
Meu marido não quer que eu dance, enquanto estiver grávida...
Como dito anteriormente, aulas para gestantes devem ter outra configuração.  Se você tem essa possibilidade através de sua professora, tente convencê-lo de que não há mal algum em continuar sua atividade física durante a gestação. A falta de informação é a maior vilã nesse caso. Informe-o das vantagens de manter-se ativa e feliz com seu corpo. Muito provavelmente ele vai ceder a seus encantos. Seja delicada, a fase é nova e de adaptação para os dois.  Evidente que sempre com acompanhamento médico.
Quanto tempo meu corpo demorará para voltar ao normal para eu dançar novamente?
Varia muito de mulher para mulher.  Algumas tem um retorno rápido; outras podem demorar até dois anos depois do parto.  Esse é dito como o tempo normal entre uma gravidez e outra.  O corpo precisa de um período para a recuperação dessa maratona, envolvendo hormônios, transformações e a criação de uma nova vida. Cada caso é um caso. O importante é saber que a natureza é sábia e bem preparada, seu corpo sempre estará pronto para voltar atrás depois do nascimento de seu bebê.
E se acontecerem estrias?  Como prevenir para isso não acontecer...
As estrias são um dos medos mais comuns nas grávidas depois da dor do parto (muito fantasiada), e da dúvida se está ou não preparada para ser mãe. Alguma mulheres engordam muito durante a gravidez e não tem estrias mesmo assim; outras que tem uma gestação dentro dos padrões desenvolvem essas marcas. De qualquer forma o aparecimento das estrias é mais comum em mulheres com ganho de peso excessivo. Uma das dicas então é controlar seu ganho de peso durante a gestação para estar fora do "grupo de risco", beber muita água e hidratar a pele com cremes apropriados. Cuidar de você mesma enquanto está gerando seu filho é um prazer necessário e bem vindo. Aproveite esse tempo para oferecer a si mesma a melhor das atenções e todo o cuidado do mundo.
Alguma recomendação a mais, para quem está grávida?
Curta sua gravidez, os momentos que vivemos hoje são diferentes dos que viveremos amanhã. Cada gestação tem suas características peculiares e únicas, esteja alerta para viver intensamente essa experiência maravilhosa que é ser mãe.

Fonte:
http://brasil.babycenter.com/thread/373011/dan%C3%A7a-durante-a-gesta%C3%A7%C3%A3o
http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2014/07/entretenimento/vida/1493378-os-beneficios-da-danca-do-ventre-para-as-gravidas.html
http://www.khanelkhalili.com.br/dicasgravidez.htm